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Vizinho que confessou ter assassinado menina Emanuelle é achado morto na cadeia

Segundo Secretaria da Administração Penitenciária, Aguinaldo Assunção estava sozinho na cela e usou lençol para se matar

Felipe Cordeiro, O Estado de S.Paulo

15 de janeiro de 2020 | 12h40

SÃO PAULO - Preso por matar a menina Emanuelle Pestana de Castro, de 8 anos, o lavrador Aguinaldo Guilherme Assunção, de 49 anos, foi encontrado morto dentro de uma cela no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Cerqueira César, no interior de São Paulo, na manhã desta quarta-feira, 15.

Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) do Estado, Assunção cometeu suicídio com um lençol que lhe foi entregue junto com os pertences.

A pasta informou que agentes carcerários faziam a contagem de praxe do número de detentos, por volta das 5 horas, quando encontraram o preso já sem vida. Em nota, a secretaria explicou que, por causa da "grande repercussão do delito", Assunção estava sozinho em sua cela.

"A Unidade está entrando em contato com os familiares do preso para avisá-los do óbito e para que tomem as devidas providências", informou a SAP.

A cela ficará isolada nesta quarta para a realização da perícia.

Assassinato de Emanuelle

Vizinho da família de Emanuelle em Chavantes, também no interior paulista, Assunção confessou à polícia que matou a garota. Câmeras de segurança registraram o acusado conversando com a vítima em uma praça.

O corpo da menina foi encontrado em uma área de mata da Fazenda Santana Nova três dias depois de ela ter desaparecido ao brincar em um parquinho de uma praça.

Assunção informou aos policiais o local onde deixou o corpo da vítima. Após as buscas, o Corpo de Bombeiros encontrou a garota sem vida dentro de um pequeno riacho.

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