Zoo vai estudar a compra de novas emas

Com a perda de todos os animais do Zoo Safári, a administração ainda estuda o que será feito, mas o mais provável é que sejam comprados novos animais.

, O Estado de S.Paulo

23 de setembro de 2010 | 00h00

As emas são animais de fácil adaptação e bastante comuns no Brasil e nos países da América do Sul. "Na natureza, elas se alimentam de grãos, gramíneas e pequenos insetos. Em cativeiro, se alimentam de ração", afirmou o professor da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) Sérgio Diniz Garcia, responsável pela clínica de animais silvestre da universidade.

No mercado gastronômico, porém, esse animal acaba também sendo visado, por causa da qualidade do seu couro, das penas e da carne. "Com o couro da ema, costumam-se fazer botas e a pena é utilizada para a fabricação de espanadores e fantasias", ressaltou Garcia. "A carne da ema é vermelha, diferentemente da maioria das aves, que têm carne branca", concluiu.

Leão. O Simba Safári foi inaugurado em março de 1972, ocupando área de 100 mil metros quadrados. A área foi arrendada pelo empresário Francisco Galvão. A ideia do Simba, palavra que significa leão no dialeto Swahili, surgiu das viagens dele à África, onde ia caçar. Em 2001, reabriu sob a administração da Fundação Zoológico de São Paulo.

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