MARCIO FERNANDES/ESTADÃO
MARCIO FERNANDES/ESTADÃO

Zona Azul: conheça alternativas para quem não tem app ou ficou sem internet

Cartões de papel deixaram de ser aceitos a partir desta segunda

O Estado de S. Paulo

05 Dezembro 2016 | 15h38

A partir desta segunda-feira, 5, a venda de créditos da Zona Azul só poderá ser feita por meio digital e não mais por bilhetes de papel. Tire suas dúvidas sobre o novo modelo: 

1. O que muda?

Os cartões de papel deixarão de ser aceitos. O motorista deverá baixar um aplicativo e comprar cartões eletrônicos.

2. Como funcionam os cartões digitais?

Os aplicativos estão na Apple Store e na Google Play, disponíveis para os sistemas operacionais Android, IOS e Windows Phone. O motorista faz um cadastro no aplicativo e compra os cartões. Quando vai parar em uma vaga que é Zona Azul, entra no aplicativo novamente e ativa um dos cartões. 

3. Quantos Cartões Azuis Digitais (CADs) posso usar e por quantas horas?

O preço da Zona Azul permanece o mesmo dos talões de papel atuais: R$ 5 para cada operação. É permitido usar no máximo 2 CADs para permanecer estacionado na mesma vaga. O tempo do CAD pode ser de 30 minutos, 1 hora, 2 horas ou 3 horas - o tempo varia de acordo com a localização. 

4. Como fica a Zona Azul em locais especiais, como o Parque do Ibirapuera?

O cartão digital tem validade de uma hora. Em locais especiais, como o Ibirapuera e o Parque da Aclimação, o cartão vale por duas horas.

5. E se eu não tiver celular, não tiver o aplicativo ou estiver sem sinal de internet?

A saída é procurar locais autorizados a fazer a venda dos créditos eletrônicos, como bancas de jornal.

6. Como faço para renovar o crédito a distância?

Quando estiver próximo ao vencimento, os aplicativos têm um alerta - que pode ser programado pelo usuário para avisar quando o tempo estiver para acabar. 

7. O que faço com cartões de papel da Zona Azul que já havia comprado? Até quando posso trocá-los?

Serão substituídos por créditos eletrônicos nos aplicativos ou dinheiro no posto da CET, na Rua Senador Feijó, 143, 1.º andar, no centro, das 8 às 17 horas, de segunda a sexta, até 31 de janeiro de 2017. 

 

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