Vítima entendia de vinhos e era fã de fotografia

Além de diretor executivo da Yoki, Marcos Kitano Matsunaga, de 42 anos, era fotógrafo amador e um grande conhecedor de vinhos. Segundo os vizinhos do prédio onde ele morava com a mulher e a filha, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo, era uma pessoa discreta e simpática. Costumava frequentar a Catedral Anglicana de São Paulo, na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo, ao lado de sua segunda mulher, Elize Kitano Matsunaga. O casal tinha uma filha de 1 um ano, mas Matsunaga tinha outra filha, de 3 anos, do casamento anterior.

O Estado de S.Paulo

07 de junho de 2012 | 04h21

Neto do fundador da Yoki, Yoshizo Kitano, o executivo estudou no Colégio Santa Cruz e se formou na Fundação Getúlio Vargas. Antes de trabalhar na empresa da família, Matsunaga foi funcionário do Grupo Walmart.

A Yoki, uma das principais empresas de alimentos do País, esteve envolvida em um conturbado processo de venda que terminou com sua aquisição, por R$ 1,95 bilhão, pelo grupo americano General Mills. O negócio foi concluído no mês passado, enquanto o diretor executivo estava desaparecido. Pelo menos R$ 200 milhões do total da operação foram para pagar dívidas da companhia. / LETICIA BRAGAGLIA E LILIAN CUNHA

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