Virada Esportiva terá 700 eventos em 383 locais de SP

Abertura oficial do programa, realizado pela segunda vez na cidade, será neste sábado, às 14 horas

Mônica Cardoso, O Estado de S.Paulo

11 de novembro de 2008 | 21h58

Este fim de semana, a cidade de São Paulo vai abrigar a segunda edição da Virada Esportiva, que deve reunir quase 700 eventos em 383 locais por 24 horas seguidas. Além de esportes mais tradicionais, como partidas de futebol e vôlei, haverá 23 eventos de grande porte, incluindo aulas de golfe, apresentação de basquete de rua e maratonas.   Veja também: Confira a programação completa da Virada Esportiva    A abertura será no sábado, às 14 horas, na Arena da Juventude Radical, instalada no sambódromo do Anhembi. Durante 24 horas, será possível praticar skate, patins, bungee jump, arvorismo, pebolim humano, parede de alpinismo e tirolesa. Já a Represa de Guarapiranga será o local para esportes radicais aquáticos, como rafting, wakeboard e rali náutico.   Durante a madrugada, será possível visitar de bicicleta os pontos turísticos da cidade ou andar de kart no Viaduto do Chá. Até o insólito Rio Tietê será palco de regatas de remo. A Viradinha Esportiva será um espaço destinado às crianças, com patins, cama elásticas e teatro de fantoches. Já a Balada Esportiva vai reunir futebol e basquete no escuro, à luz de néon.   "A Virada Esportiva já é um evento definitivo no calendário da cidade", diz o prefeito Gilberto Kassab, que pretende participar da corrida de kart no centro. No ano passado, o evento reuniu quase 1 milhão de pessoas e, este ano, a Prefeitura espera a participação de 2 milhões. O lançamento do evento reuniu diversos atletas, como o tenista Fernando Meligeni, o nadador paraolímpico Daniel Dias e o campeão de salto em distância Jadel Gregório.   "É necessário o envolvimento do poder público para tornar o Brasil um grande campeão nas olimpíadas", afirma a ex-jogadora de basquete Paula. "A Virada Esportiva é um estímulo para a adoção de alguma prática esportiva", diz o secretário de Esportes, Walter Feldman. Segundo ele, São Paulo ainda não aproveita o potencial esportivo para realizar eventos, atrair público e investimentos.

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