''Vir para cá foi a melhor coisa que fiz''

Ela estava cansada do Rio. Separada havia pouco tempo, a cantora carioca Bárbara Eugênia via sua carreira enveredar por caminhos tortos - não era muito fã da bossa nova que cantava nos bares. Em São Paulo, conheceu pessoas que a aproximaram mais do seu estilo, o rock. Na próxima quinta-feira (18), faz show de lançamento do álbum de estreia Journal de BAD, no Estúdio Emme, em Pinheiros. "Se não viesse para cá, talvez não tivesse nem gravado esse CD."

Bárbara Eugênia, cantora carioca, há três anos em São Paulo, O Estado de S.Paulo

14 de novembro de 2010 | 00h00

"Foi difícil largar a vida no Rio, mas fui bem acolhida aqui", diz. No começo, morou com amigos e trabalhou de tradutora, DJ e até como gerente de restaurante. "Enquanto isso, ia conhecendo a vida noturna paulistana."

Amizades. Na noite alternativa de São Paulo, Bárbara aumentou sua rede de relacionamentos. Conheceu o cantor Junio Barreto, que a apresentou a Pupilo (da banda Nação Zumbi), que indicou o Boca, que a chamou para o projeto musical 3 na Massa. "Quando vi, estava em um grupo de músicos que admiro e agora são meus amigos."

Bárbara saiu definitivamente da bossa e se encontrou no rock. "Meu gosto musical se abriu por meio das pessoas que conheci aqui." Em sua página no MySpace (www.myspace.com/barbaraeugenia), ela monitora a recepção do público paulistano - e acha que vai ter casa cheia no dia 18.

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