Vice-presidente do Hopi Hari diz que conjunto de falhas causou morte de jovem

Direção e os funcionários do parque sabiam que a cadeira usada por Gabriella Nichimura era proibida

estadão.com.br,

05 Março 2012 | 15h31

 SÃO PAULO - O vice-presidente do parque Hopi Hari, em Vinhedo, no interior de São Paulo, onde uma adolescente de 14 anos morreu ao cair de um dos brinquedos, disse que a morte da garota é resultado de um conjunto de falhas sucessivas.  A jovem morreu no dia 24 de fevereiro.

Claudio Guimarães afirmou em entrevista ai programa Fantástico, da TV Globo, que a direção do parque e os funcionários do centro de lazer sabiam que a cadeira usada por Gabriella Nichimura era proibida.

A jovem caiu do brinquedo chamado Torre Eiffel após ocupar um assento desativado há dez anos. O vice-presidente do Hopi Hari disse que a cadeira não estava quebrada, mas um visitante mais alto poderia se machucar. Não havia nenhum aviso sobre a interdição do assento.

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