Viaduto atingido por incêndio em favela é liberado parcialmente

De manhã, duas faixas seguem sentido centro, esquema que é invertido à tarde; limite passa a ser de 40 km/h

O Estado de S.Paulo

20 Setembro 2012 | 03h03

A Prefeitura de São Paulo reabriu ontem uma da partes do Viaduto Engenheiro Orlando Murgel, que faz a ligação entre as Avenidas Rudge e Rio Branco, na região central, que estava interditado após incêndio na Favela do Moinho, na segunda. Com isso, as três faixas restantes passarão a funcionar em dois sentidos.

De manhã, duas faixas são reservadas para os motoristas que seguem em direção ao centro e a restante, para quem vai para o bairro. À tarde, será o inverso, com duas faixas para quem vai sentido bairro.

De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o trecho terá a velocidade reduzida para 40 km/h. Normalmente, é permitido trafegar a 60 km/h. Só poderão passar veículos leves. A via ficará proibida para ônibus e pedestres - as grades de proteção foram afetadas.

Abalo. De acordo com o secretário de Infraestrutura Urbana e Obras, Elton Santa Fé Zacarias, o incêndio na favela sob o viaduto afetou a estrutura. Ele disse que algumas colunas de sustentação do equipamento viário ficaram bastante danificadas.

Uma empresa já foi contratada para fazer o serviço. Não foi divulgado o nome da companhia nem o valor da obra, que será feita em esquema de emergência. A Prefeitura não deu prazo para a liberação da parte interditada do viaduto.

Com pistas à disposição, o centro da cidade tinha 10 quilômetros de congestionamento por volta das 20h de ontem, segundo monitoramento feito pela CET. Só perdia para a zona sul da cidade, com 36 km. Depois, vinham as zonas oeste (7 km), leste (2 km) e norte (1 km). /A.R.

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