Via interditada e transtornos

EVENTO NA AVENIDA SANTA CATARINA

O Estado de S.Paulo

03 de novembro de 2012 | 02h03

Nos dias 20 e 21/10, por causa da realização de um evento religioso, a Avenida Santa Catarina foi interditada. Esta avenida é via arterial do bairro, de trânsito intenso, inclusive com ônibus articulados, que foram desviados para vias secundárias da região causando transtornos. No ano passado foi a mesma coisa, sem contar o barulho de fogos e batucada por toda a madrugada. Apesar das várias ligações ao 190, o barulho continuou, num desrespeito à Lei de Zoneamento. Entrei em contato com o ineficiente 156 da Prefeitura, que se recusou a registrar a queixa, alegando que, se a CET autorizara, a reclamação não poderia ser averiguada pelo Programa de Silêncio Urbano (Psiu). A Polícia Militar diz que a responsabilidade é da Prefeitura, que, por sua vez, se omite, num jogo de empurra-empurra sem solução.

RICARDO RESENDE / SÃO PAULO

A CET diz que montou uma operação especial para garantir a segurança dos usuários e a fluidez do trânsito durante o evento. Todas as informações operacionais e os bloqueios foram divulgados previamente e informados por meio de faixas de vinil, cavaletes e cones. Agentes de trânsito permaneceram no local, orientando motoristas e pedestres. Na ocasião, foi constatado baixo fluxo veicular e não houve registro de prejuízos à segurança e à fluidez viária.

O leitor reclama: A resposta da CET não reflete a realidade dos fatos. Houve desvios de linhas de ônibus por praticamente todas as ruas secundárias (estritamente residenciais). Se a CET e a PM estavam lá, deveriam ter multado os veículos que não obedeceram ao "suposto" trajeto desenhado por eles.

FALTA DE INFORMAÇÃO

'Consultores' da Comgás

A Comgás efetuou a instalação de sua rede no bairro em que resido. Após a instalação, recebi em casa uma correspondência, elaborada em papel timbrado da companhia, dizendo que se houvesse interesse em contratar este serviço, eu deveria ligar para o telefone informado na carta. Liguei e, qual não foi minha surpresa ao verificar que o telefone não é da Comgás, mas de uma empreiteira. Liguei na Comgás para saber se tal empresa estava autorizada a realizar o serviço, pois não iria receber em casa uma pessoa desconhecida. A própria Comgás não soube informar. Prometeram um retorno, que até hoje estou esperando. Esta empreiteira se apresenta como sendo a Comgás, que não sabe dizer se tal empresa é habilitada para executar um serviço! Qualquer um pode se passar por funcionário da Comgás e entrar nas residências? Qualquer um pode prestar esse tipo de serviço, sem observar nenhum padrão de qualidade e segurança?

WAGNER RIBEIRO / SÃO PAULO

A Comgás informa que promove ações para expansão da rede de distribuição, por meio de consultores de vendas, no intuito de ofertar serviços aos futuros clientes. Diz que foi agendada uma visita

ao imóvel do leitor para apresentar os serviços e campanhas

promocionais vigentes.

O leitor comenta: Quem agendou a visita foi um representante da empreiteira. Em nenhum momento a Comgás me contatou para elucidar o caso.

PREJUÍZO COM A TAM

Atrasos e mala danificada

Em 18/10, um voo da TAM de Salvador a São Paulo atrasou 50 minutos. Ao chegar ao aeroporto, em Guarulhos, tive de esperar quase meia hora para sair da aeronave. Quando finalmente as bagagens começaram a chegar, preocupei-me em olhar se as alças, rodinhas e cadeados da minha mala estavam íntegros. No dia seguinte, porém, notei que o tecido estava rasgado e a parte rígida da mala, rachada. Entrei em contato pelo 0800 e a atendente disse que esse tipo de reclamação só pode ser feito no momento do desembarque. É uma falta de respeito: voo atrasado, espera, cansaço e bagagem danificada!

CLAUDIA TIRICH / SÃO PAULO

A TAM diz que o atraso do voo foi causado pela demora na chegada da aeronave programada para assumi-lo. Esse tipo de demora pode ocorrer por problemas meteorológicos, imprevistos técnicos e tráfego aéreo intenso. Sobre a bagagem, informa que, em todos os aeroportos em que opera, há uma equipe treinada para atender a ocorrências como a relatada. Assim, é fundamental que qualquer irregularidade seja reportada, ainda na área de desembarque, para que sejam adotadas as providências necessárias. Queixas registradas após a saída da área de desembarque não são passíveis de providências por parte da companhia.

A leitora lamenta: Esse é o jeito TAM de voar, o cliente que fique com o prejuízo!

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