Via Amarela e Metrô são condenados a ressarcir o INSS por mortes na cratera de Pinheiros

Empresas devem pagar valores gastos com pensão de três vítimas do acidente em 2007; cabe recurso

19 de janeiro de 2012 | 12h20

O Consórcio Via Amarela e a Companhia do Metropolitano de São Paulo foram condenados pela juíza federal Regilena Emy Fukui Bolognesi, titular da 11ª Vara Federal Cível em São Paulo, a ressarcir o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) pelos valores pagos em benefícios de pensão por morte para familiares de três pessoas que morreram no acidente da construção da Linha 4 Amarela, ocorrido em janeiro de 2007. Cabe recurso.

Segundo o INSS, o benefício é pago aos dependentes de um funcionário do CVA, do motorista e do cobrador do micro-ônibus que foi tragado pelo buraco. Ao todo, sete pessoas morreram na tragédia ocorrida nas obras da Estação Pinheiros: um motorista do Consórcio Via Amarela, duas pessoas que passavam pelo local e quatro ocupantes de um micro-ônibus.

A Previdência Social argumenta que as mortes foram causadas em um acidente em que as normas padrão de segurança  do trabalho foram neglicendiadas. O Consórcio Via Amarela foi apontado como responsável direto pelo acidente e o Metrô como responsável subsidiário.

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