'VI PESSOAS PISOTEADAS, FOI TERRÍVEL'

Mais próximo do local da batida, só se fosse o condutor da composição. "Eu estava apoiado na porta do maquinista. Deu medo de morrer, fiquei zonzo. Três pessoas caíram em cima de mim. Um rapaz bateu na minha cabeça e foi assim que acabou me cortando", afirmou o analista de crédito Fabrício dos Santos Souza, de 26 anos, com dois pontos no supercílio, na frente do Hospital Municipal do Tatuapé.

O Estado de S.Paulo

17 de maio de 2012 | 07h43

Palmeirense, ele tinha na mão uma camiseta do Vasco, ensanguentada, que protegeu o ferimento até ser atendido. Souza lembra os momentos de terror. "Começou a sair fumaça do metrô e foi isso o que me deu mais medo. Vi pessoas sendo pisoteadas, um barulho terrível." / W.C.

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