Vereadores faltam e CPI da Sabesp é cancelada nesta quarta-feira

Promotor de Meio Ambiente, José Roberto de Oliveira, compareceu, mas não pôde ser ouvido; somente 4 dos 9 integrantes apareceram

Adriana Ferraz, O Estado de S. Paulo

19 Novembro 2014 | 12h01

Atualizado às 14h20

SÃO PAULO - O promotor de Justiça José Roberto de Oliveira, da Promotoria do Meio Ambiente da capital, compareceu na hora marcada. Às 10h, ele estava em plenário, pronto para prestar os esclarecimentos necessários, mas a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga os contratos que a Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) mantém com a Prefeitura não foi realizada na manhã desta quarta-feira, dia 19, por falta de quórum.

Nem o presidente da CPI, vereador Laércio Benko (PHS), compareceu. Segundo sua assessoria de imprensa, o parlamentar tirou o dia de licença para participar de reuniões partidárias em Brasília.

Segundo o regimento interno da Câmara Municipal, uma reunião de comissão não pode ser iniciada com menos da metade de seus integrantes. Como a CPI da Sabesp tem a participação de nove parlamentares, é necessário que ao menos cinco estejam presentes nos primeiros 15 minutos marcados para que a plenária se realize.

Até as 10h15 desta quarta-feira estavam em plenário os vereadores Ari Friedenbach (Pros), Nelo Rodolfo (PMDB), Milton Leite (DEM) e José Police Neto (PSD). O tucano Mario Covas Neto apareceu às 10h17, quando a reunião já havia sido desconvocada. Faltaram também: Roberto Tripoli (PV), Paulo Frange (PTB) e Nabil Bonduki (PT).

Ao ser informado que não seria ouvido, Oliveira amenizou o inconveniente. "Em São Paulo nós temos uma série de dificuldades além das normais em função do trânsito. Então, quando há um imprevisto qualquer perdemos compromissos. É normal, não tem problema nenhum", afirmou.

Oliveira ressaltou ainda que não é o promotor mais indicado para tratar da crise hídrica. Apesar disso, afirmou que aceita voltar à Casa para nova reunião, o que deve ocorrer no dia 3 de dezembro.

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