Vereadora que forjou sequestro vai para clínica

A vereadora Ana Maria Branco de Holleben (PT), de Ponta Grossa (110 km de Curitiba), suspeita de ter forjado seu próprio sequestro no dia1º, logo após sua posse, e que estava detida em um quartel do Corpo de Bombeiros, conseguiu sua liberdade definitiva e se transferiu para uma clínica psiquiátrica na cidade, onde deve ficar por 20 dias.

JULIO CESAR LIMA, ESPECIAL PARA O ESTADO / CURITIBA, O Estado de S.Paulo

10 de janeiro de 2013 | 02h04

A 2ª Vara Criminal de Ponta Grossa acatou o pedido de sua defesa. Além disso, Ana Maria também pediu seu afastamento do cargo de vereadora na Câmara local e corre o risco de ser expulsa do PT, caso não se licencie do partido nos próximos dias.

Segundo o advogado dela, Fernando Madureira, não havia motivo para a vereadora ficar presa - mesmo sendo acusada de ter forjado o sequestro. Para ele, Ana Maria deve prestar esclarecimentos sobre o caso depois de se reabilitar de uma crise depressiva. "Ela vai prestar seus esclarecimentos à polícia, mas nesse momento necessita de cuidados." Das outras quatro pessoas presas por envolvimento no caso, só uma continua detida.

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