Vendas caem muito no Center Norte, diz comerciário

Vagas sobrando no estacionamento, vendedores parados à espera de clientes e praça de alimentação com mesas vazias na hora do almoço. Esse era o cenário no shopping Center Norte ontem, após uma semana da briga judicial que evitou a interdição do local pela Prefeitura, que diz haver risco de explosão por causa da concentração de gás metano no subsolo da construção.

O Estado de S.Paulo

02 Outubro 2011 | 03h03

"Costumamos vender R$ 5 mil em um sábado como este. Passou a semana inteira e não vendi nem R$ 4 mil", disse um vendedor que esperava, na companhia de cinco colegas de trabalho, por clientes do lado de fora de uma loja na tarde de ontem - ele preferiu não se identificar.

Os vendedores - a maioria ganha por comissão ou tem metas a cumprir - cobram da administração do shopping um posicionamento. O Center Norte obteve na Justiça uma decisão que suspende a interdição anunciada pela Prefeitura, que vai recorrer.

A polêmica começou no dia 16, quando a Cetesb indicou que havia potencial risco de explosão no estabelecimento. Desde então, o shopping vem recebendo multa de R$ 17,4 mil por dia, mas afirma realizar ações de controle do problema, como a instalação de drenos. / M.P. e CIDA ALVES, ESPECIAL PARA O ESTADO

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