Vários pontos do projeto estão em aberto

Ainda restam diversos questionamentos sobre o programa governamental. E a maioria não deve ser respondida tão cedo. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o secretário de Educação Superior, Paulo Speller, afirmam que vários pontos serão definidos pelo Conselho Nacional da Educação (CNE). Entre as indefinições estão os valores pagos para a bolsa concedida ao estudante durante o período em que trabalhar no SUS, os critérios que serão adotados para supervisionar a atuação do estudante, e como o governo acompanhará essa atuação.

Lígia Formenti / Brasília, O Estado de S.Paulo

10 Julho 2013 | 02h03

As incertezas se estendem também para o programa de recrutamento de médicos. Quando chegarem, em agosto, profissionais estrangeiros selecionados para trabalhar no País participarão de um programa de três semanas. O teor do curso não está definido. Ainda em estágio de formatação pelo MEC e pela Saúde, o que se sabe é que as diretrizes devem trazer ética, políticas de saúde no Brasil, funcionamento do SUS e aperfeiçoamento em português.

Para a Espanha. As dificuldades incluem, ainda, o convencimento de médicos no exterior a participar do programa. Hoje, o ministro Alexandre Padilha embarca para Madri para discutir com representantes de universidades e províncias acordos de cooperação. "Vamos divulgar o programa, tentar definir acordos de cooperação", disse.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.