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'Vamos capturar o assassino de Brayan', diz secretário

Corpo do garoto morto durante assalto na zona leste de São Paulo foi enterrado nessa terça na Bolívia

Tiago Dantas, O Estado de S. Paulo

03 de julho de 2013 | 13h06

SÃO PAULO - A prisão de Diego Rocha Freitas Campos, de 20 anos, suspeito de matar o garoto boliviano Brayan Yanarico Capcha, de 5, durante um assalto na madrugada de sexta-feira, 28, continua sendo uma prioridade para a polícia paulista. "Vamos capturar esse assassino", afirmou o secretário estadual de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, na manhã desta quarta-feira, 3. O corpo do garoto foi enterrado nessa terça-feira, 2, na Bolívia.

Segundo Grella, investigadores estiveram em 30 locais à procura do suspeito na terça. Três acusados do crime estão presos.

Brayan foi morto em um assalto à casa em que morava com a família e outros bolivianos na região de São Mateus, na zona leste de São Paulo. A mãe dele, a costureira Veronica Capcha Mamani, de 24 anos, disse que o filho, chorando, pediu aos criminosos para "não morrer", mas levou um tiro na cabeça. A família estava havia seis meses no Brasil - o casal trabalhava em um ateliê de costura.

Uma rede de solidariedade se formou em torno da família após o crime. Um empresário doou R$ 4,5 mil, valor levado pelos bandidos. Patrícia Vega, advogada que representa a família, afirma que tem recebido ofertas de ajuda de todo o Brasil. Uma conta bancária será aberta para receber as doações, segundo ela.

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