Umidade do ar: Entenda como são decretados os estados de atenção, alerta e emergência

Umidade do ar: Entenda como são decretados os estados de atenção, alerta e emergência

Tempo muito seco pode provocar danos à saúde, saiba como evitar problemas respiratórios

O Estado de S. Paulo

14 de outubro de 2014 | 16h04

Com a falta de chuvas na capital, umidade relativa do ar atinge indicadores preocupantes. Com o tempo seco o CGE envia relatórios para a Defesa Civil do Município de São Paulo para que sejam tomadas as devidas providências. A Organização Mundial da Saúde, OMS, determina que a umidade abaixo de 60% não é adequada para a saúde humana, mas quando chega a níveis críticos, a Defesa Civil é obrigada a decretar estado de atenção, alerta ou emergência.

Veja os níveis que sugerem atenção e como proceder para minimizar os efeitos da má qualidade atmosférica.

Estado de atenção - Entre 21 e 30%

-Evitar exercícios físicos ao ar livre entre 11 e 15 horas;

-Umidificar o ambiente

-Permanecer em locais protegidos do sol;

-Consumir água à vontade.

Estado de alerta - Entre 12 e 20%

-Suprimir exercícios físicos e trabalhos ao ar livre entre 10 e 16 horas;

-Evitar aglomerações em ambientes fechados;

-Usar soro fisiológico para olhos e narinas.

Estado de emergência - Abaixo de 12%

Observar recomendações dos estados de alerta e atenção. É recomendável que se use umidificadores ou toalhas molhadas nos ambientes fechados. Especialistas recomendam que as pessoas tomem alguns cuidados especiais durante os dias mais quentes. Entre os problemas ocasionados pela baixa umidade estão:

Alergias e problemas respiratórios;

Sangramento pelo nariz;

Ressecamento da pele;

Irritação dos olhos;

A escassez de chuva também facilita o surgimento de incêndios em florestas e pastagens, como ocorrido no Parque Estadual da Cantareira, piorando a qualidade do ar.

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