Uma SP coalhada de torres gigantes

Um projeto conceitual do escritório de arquitetura paulistano Metro é destaque da última edição da revista-livro S/Nº, publicação de Bob Wolfenson e Helio Hara. "Imaginamos uma São Paulo com prédios gigantes a cada 3,5 quilômetros. Eles estariam alinhados a um marco geográfico da cidade, no caso, o Pico do Jaraguá, ponto mais alto do Município", explica Martin Corullon, um dos arquitetos envolvidos.

EDISON VEIGA, O Estado de S.Paulo

27 de fevereiro de 2012 | 03h04

Isso significa que as torres seriam niveladas pelo topo - tendo alturas variadas conforme a localização. "Seriam prédios de 200 a 300 metros de altura", afirma o arquiteto. Só para comparar, a construção mais alta de São Paulo é o Palácio Zarzur, com 170 metros de altura. Para visualizar a ideia, os arquitetos aplicaram as imagens das torres sobre fotos aéreas de autoria de Cássio Vasconcellos.

E o que funcionariam nesses colossos? "Não pensamos em algo específico. Poderia variar conforme as características socioeconômicas e a vocação do bairro: um shopping, uma universidade, uma imensa área de lazer vertical", comenta Corullon. Pelo projeto, a cidade teria cerca de 60 torres.

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