Uma parceria polêmica

A participação de comunidades no programa de combate ao crack começou a ser desenhada em junho do ano passado, sob as bênçãos da presidente Dilma Rousseff. Em uma reunião com representantes do setor, ela determinou a formação de um grupo de trabalho para derrubar as barreiras que impediam a participação das entidades.

O Estado de S.Paulo

16 de setembro de 2012 | 03h02

A resposta veio rapidamente. Uma semana depois da reunião, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abrandou as exigências para funcionamento das comunidades. Entre as alterações estava a dispensa de que o responsável técnico da instituição fosse médico.

A estimativa é de que atualmente existam cerca de 3 mil unidades de tratamento espalhadas pelo País, onde são tratadas cerca de 60 mil pessoas. A estrutura das comunidades terapêuticas é estratégica para o programa, mas a atuação das comunidades sempre foi polêmica. Corporações de médicos e psicólogos sustentam que o atendimento para esses pacientes deve ser feito de forma sistematizada, por profissionais capacitados.

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