Uma cidade, vários mundos

Com seus 1.522,98 km² de área, a cidade de São Paulo tem mais facetas do que conseguimos perceber e - mais do que isso - entender. São pequenos municípios dentro do município, endereços tão díspares que quase falam línguas diferentes - o Itaim-Bibi é outro mundo se comparado a Pirituba, que difere de Santana, que guarda pouca semelhança com o Tatuapé... Mas, quando a ideia é escolher um bairro para chamar de meu, qual é o melhor? É possível mensurar qualidades de um e outro sem cair numa discussão digna de futebol? Ou falar que a Mooca é melhor para morar do que o Brás e o Tatuapé? Que Pinheiros é melhor do que o Pacaembu? Que o seu bairro é melhor do que o meu?

Rodrigo Brancatelli, O Estado de S.Paulo

25 Janeiro 2011 | 00h00

"O melhor" é, claro, polêmico e extremamente subjetivo. Enquanto para um morador o mais importante é ter segurança ou lojas perto de casa, para outro pode ser mais importante viver no meio de muito verde e opções culturais. Mas dá, sim, para apontar as qualidades e deficiências dos distritos paulistanos, seus pontos fortes e fracos.

Inspirado em uma reportagem da revista americana New York, este caderno especial aproveita os 457 anos de São Paulo e a riqueza de dados públicos e privados sobre a cidade para tentar olhar a questão de maneira mais objetiva. Os resultados estão nas próximas páginas: seja pela gastronomia, pelo preço do m² o u a quantidade de lojas e árvores, há sempre uma São Paulo ideal para cada paulistano.

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