Um dia antes, 1 em cada 3 voos já teve problema

Até as 19h, 32,3% das 2.093 viagens tinham atrasado e 3,9% haviam sido canceladas; pior situação era em Cumbica, onde 51% dos voos atrasaram

Nataly Costa, O Estado de S.Paulo

23 Dezembro 2010 | 00h00

Na véspera da paralisação anunciada para o setor aéreo, um em cada três dos 2.488 voos programados no País até as 22 horas atrasou (35,4%) ou foi cancelado (3,6%). A TAM foi a empresa com mais problemas: 419 dos 817 voos domésticos (51,3%) saíram ou chegaram fora de horário - entre os 43 internacionais, 21 atrasaram mais de meia hora. A pior situação entre os aeroportos era em Cumbica, onde 50% dos voos atrasaram, mas nos principais aeroportos de todas as regiões do País - Congonhas, Galeão, Brasília, Confins, Belém e Fortaleza, por exemplo - os atrasos variaram entre 35% e 55%. A TAM atribuiu os atrasos ao fechamento do aeroporto de Manaus na segunda e terça-feiras. Segundo o comunicado oficial da empresa, "em decorrência de problemas meteorológicos em Manaus, o aeroporto da cidade teve os sistemas de aproximação por instrumentos e balizamento prejudicados e, desde a tarde de segunda-feira até a noite de terça, as operações foram severamente afetadas".

A TAM diz que Manaus é um importante centro de conexões para seus voos. A companhia é a única brasileira que opera voos para os Estados Unidos a partir de Manaus. Os passageiros afetados estão sendo reacomodados em outros voos da companhia. De acordo com a empresa, as manifestações de aeroviários e aeronautas realizadas em alguns aeroportos não afetaram suas operações.

Às 18h, a média de espera para viajar pela TAM era de 46 minutos na malha doméstica, segundo a companhia. Na malha internacional, a média era de 47 minutos, com 26% dos voos operando com espera acima de 31 minutos.

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