Três rádios piratas são fechadas em SP

Emissoras do ABC e Mairiporã, na região metropolitana, funcionavam dentro de bunkers de concreto

Ricardo Valota, da Central de Notícias,

14 de agosto de 2009 | 05h47

Três rádios piratas foram fechadas nesta quinta-feira, 13, na região metropolitana de São Paulo por agentes da Delegacia de Repressão a Crimes Cometidos por Meios Eletrônicos, do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic). Ninguém foi preso.

 

De acordo com a polícia, a potência dos transmissores era alta o suficiente para interferir na comunicação entre aeronaves. O sinal atingia todo o Grande ABC, a capital, a região metropolitana e alguns municípios de Vale do Paraíba. Num dos estúdios, na Rua Ingá, no bairro de Oswaldo Cruz, em São Caetano do Sul, eram produzidas programações clandestinas da Max FM (100,5) e Nova Sertaneja (103,7).

 

O transmissor, de 3 mil watts, foi instalado num bunker subterrâneo, na Rua João Bosco, no Jardim Zaira, em Mauá, cidade vizinha.

 

A outra rádio, na Rua Zaragoza, em Mairiporã, região norte da Grande São Paulo, funcionava de maneira diferente. O transmissor, de 2,5 mil watts, era acoplado ao um computador com a programação e funcionava em um bunker de concreto armado. A porta contava com um sistema de trava pneumática.

Por cima foi colocada uma camada de 20 centímetros de terra.

 

Segundo a polícia, os responsáveis pelas três rádios têm ligação entre si, pois as três tinham o vidente "Mestre Antonio de Ogum" como anunciante.

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