Três perguntas para...

Sônia Fátima Moura, mãe de Eliza, que agora cuida do neto, Bruninho

Eduardo Kattah, O Estado de S.Paulo

02 Julho 2011 | 00h00

1.Passado um ano, como a senhora se sente? É muito difícil. Quando um ente querido morre, a gente quer enterrar. Sei que a minha filha não se encontra mais viva, disso eu tenho certeza. É uma agonia, uma inquietude que não tem tamanho. Quero muito saber o que aconteceu com ela. Preciso saber, até para que possa dar uma resposta para o meu neto.

2.Até o momento a justiça está sendo feita? Acredito que sim. Foi um caso de repercussão. Por causa disso não caiu no esquecimento.

3. O que espera do julgamento? A nossa Justiça é morosa, mas espero que até o fim do ano aconteça (o julgamento). Quero justiça.

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