TRÊS PERGUNTAS PARA...

Henrique Alves, superintendente da Queiroz Galvão

, O Estado de S.Paulo

26 de março de 2011 | 00h00

1.Qual é o público-alvo dos lançamentos no Bom Retiro?

O Bom Retiro atraiu pela infraestrutura. É uma região bem localizada, próxima da Marginal, com shoppings e serviços, perto de estações do metrô, que pega carona nessa onda de revitalização. Queremos tanto atrair moradores de fora do bairro quanto quem já mora lá, como coreanos, chineses e italianos, além dos investidores, claro.

2.Como garantir que vai haver procura pelos apartamentos? O preço é mais em conta, pois há mais terrenos e o limite de altura é maior.

3. Mas a degradação do entorno não atrapalha?

Isso foi uma das coisas que estudamos e você não sente tanta preocupação. O bairro está se transformando, tanto pelas mudanças feitas pelo poder público quanto pelos outros empreendimentos ao redor. Eu diria que o Bom Retiro hoje é um pouco do que foi a região da Vila Leopoldina há uns cinco anos. Lá também tinha essa pecha de degradação, mas hoje não há mais terrenos vazios.

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