Três perguntas para Éder Rocha, ex-integrante da banda Mestre Ambrósio

1.Como você começou a se interessar pelo maracatu?  Comecei em 1992, com maracatu rural. No ano seguinte, comecei a participar do maracatu de baque virado Nação Estrela Brilhante do Recife.

O Estado de S.Paulo

07 de abril de 2013 | 02h04

2. Por que você é apontado como um dos responsáveis pelo maracatu em São Paulo?  Eu vim com o Mestre Ambrósio para São Paulo em 1996 e comecei a ministrar oficinas de maracatu de baque virado. De algumas dessas oficinas surgiram grupos que começaram a difundir mais essa linguagem.

3.Qual a particularidade do maracatu paulistano?  Em geral não existem maracatus em São Paulo. Existem batuqueiros e grupos de batuqueiros. As pessoas procuram uma parte que é a sonoridade, mas maracatu é a dança, a música, a vestimenta. Tem de ter rei, rainha, os vassalos, o lanceiro e o culto do candomblé.

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