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Três funcionários do Hopi Hari são condenados por morte de estudante

Pena, no entanto, foi revertida em prestação de serviço à comunidade; Vítima despencou de um brinquedo a mais de 50 metros de altura

Alexandre Hisayasu, O Estado de S. Paulo

27 Janeiro 2017 | 17h36

SÃO PAULO - A Justiça de São Paulo condenou três funcionários do parque de diversões Hopi Hari, em Vinhedo, no interior de São Paulo, pela morte da estudante Gabriela Yukari Nichimura, de 14 anos, em fevereiro de 2012. 

Ela caiu do brinquedo "La Tour Eiffel" - um elevador de quase 70 metros de altura, equivalente a um prédio de 23 andares, com assentos que sobem a cinco metros por segundo. Peritos constataram que houve falha na manutenção e na segurança.

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), os três funcionários foram condenados a dois anos e oito meses de prisão por homicídio culposo (quando não há intenção de matar). Porém, a pena foi revertida em prestação de serviço à comunidade e pagamento de um salário mínimo para uma entidade social.

Outros cinco funcionários foram absolvidos. o Ministério Público informou que a sentença envolve apenas os funcionários que trabalhavam no dia dos fatos. Há outros quatro réus, ex-diretores e o ex-presidente, que respondem às acusações no mesmo processo, que foi desmembrado.

A vítima morava no Japão e estava de férias no Brasil com a família. Na esfera cível, representantes da família e do parque firmaram um acordo de indenização, mas os valores não foram divulgados.

Em nota, o Hopi Hari informou que não comenta processos judiciais em andamento, 

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