Tratamento tem de ser contínuo

Psiquiatras afirmam que o tratamento médico com uma equipe multidisciplinar tem de ser contínuo para que viciados diminuam a recaída. "É como um diabético que vai ao médico a cada seis meses. Nunca vai ter alta", diz Ana Cecília Marques, da Associação Brasileira de Psiquiatria.

O Estado de S.Paulo

03 de fevereiro de 2012 | 03h05

O psiquiatra Marcelo Niel, do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo ressalta que a família tem papel fundamental na recuperação.

O tratamento na cracolândia tem tido adesão. Entre o dia 3 de janeiro até anteontem, 190 usuários de crack foram internados para combater o vício, segundo a Secretaria Municipal da Saúde.

Até o dia 30, quando passaram 186 pacientes, 146 permaneciam em tratamento. O índice de sucesso é de 78%. O ritmo de internações cresceu a partir da terceira semana, quando 80 pessoas haviam procurado tratamento. A secretaria atribui o aumento à eficácia do Programa Saúde das Ruas. / A.R. e ADRIANA FERRAZ

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