Tormenta de placas

Feito histórico

TUTTY HUMOR, O Estado de S.Paulo

01 Setembro 2012 | 03h08

João Paulo Cunha leva uma grande vantagem sobre José Genoino no julgamento do mensalão: do primeiro petista condenado pelo STF a gente nunca esquece!

Vergalhão 2016

Depende unicamente dele! O operário que ficou famoso depois de ter o crânio perfurado por vergalhão e, dias depois, sair sorrindo de um hospital carioca só não vira vereador em 2016 se não quiser. É de milagres assim que o Rio está precisando!

Gente como a gente!

Regina Duarte já disse que nem morta faria qualquer comentário sobre as eleições municipais de São Paulo, mas tá na cara que ela tem um certo medo do Russomanno. Vai dizer que você também não?

Sob encomenda

Em busca do voto gay em toda a sua diversidade, o prefeito Eduardo Paes mandou e-mail para todas as representações homoafetivas do Rio após o arco-íris espetacular que cruzou o céu da cidade na quinta-feira: "E aí, gostaram?!"

Responda rápido

O PIB cresceu 0,4% no segundo trimestre! É pouco, é muito ou dá pro gasto?

Mesma tribo

Caroline Celico, a mulher do Kaká, anda mais saidinha que a Sandy! Repara só!

Outra pessoa

Cansada de ser lembrada como "Bruna Surfistinha", Deborah Secco vai fazer papel de imperatriz Maria Leopoldina no "Auto da Independência" encenado neste domingo no Museu do Ipiranga. Cheia de roupa! Tomara que ninguém solte um "fiu-fiu" da plateia!

Ainda bem que no Brasil tufão é protagonista de novela e furacão apelido daquela loura da CPI na capa da Playboy.

Se o País estivesse na rota desse tal Isaac que chegou à costa americana, imagina o que não teria de placas de candidatos a prefeito e a vereador voando por aí sobre nossas cabeças. Já pensou?

Afora o desespero do eleitor arriscado a tomar um cavalete na testa, pense na situação desse verdadeiro exército de baby-sitters de propaganda política de calçada, gente que depende da guarda do material publicitário para sobreviver.

A militância contratada muitas vezes para fazer papel de poste-de-campanha está por toda parte onde haja placas e cavaletes autorizados pela Justiça eleitoral.

Você os conhece! Já são em maior número do que flanelinhas e camelôs em algumas ruas das grandes cidades brasileiras.

Ocupam pontos estratégicos de grande circulação de pessoas das 6h às 22h, quando toda a tralha eleitoreira encontrada em via pública passa a ser considerada ilegal.

É um trabalho muito mais enfadonho do que duro! A maioria acaba dormindo enquanto finge segurar a placa. Numa dessas, se bate um vento daqueles, já viu, né?!

Voz do povo

Soninha Francine está apreensiva! Também, pudera! Se o Serra continuar caindo desse jeito nas pesquisas, vão acabar dizendo por aí que eles estão juntos de novo.

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