Tio sai em defesa de J., chamado de mentiroso e drogado pela mãe

A afirmação da mãe de J. - cujo depoimento provocou uma reviravolta nas investigações sobre a morte de Eliza Samudio -, de que o jovem é mentiroso e drogado, causou indignação no tio do menor. Responsável por tornar pública a existência de J., o motorista de ônibus de 59 anos afirma que o jovem "fuma maconha de vez em quando e não é drogado". Segundo o tio, o adolescente não teria motivos para inventar tantos detalhes sobre o crime.

Gabriela Moreira / RIO, O Estado de S.Paulo

17 de julho de 2010 | 00h00

Imagem. J. não passou do primário. A mãe, empregada doméstica no Rio, e o pai, motorista de ônibus em Belo Horizonte, nunca o apoiaram, segundo o tio. Nos últimos meses, J. foi morar na casa de Bruno no Rio. O jovem procurou o tio ao deixar a casa do goleiro, na semana seguinte ao assassinato de Eliza. "Ele contou o que tinha acontecido e disse que não conseguia se livrar da imagem dela. No mesmo dia, Bruno ligou mandando ele voltar", diz o tio, que decidiu revelar o que tinha ouvido do sobrinho para "salvar sua vida".

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