Tiffany: roubo de joias no Cidade Jardim deu prejuízo de R$ 1,5 mi

No total, 72 peças foram levadas pelos ladrões. Até agora, polícia[br]prendeu 4 suspeitos, mas não recuperou itens

, O Estado de S.Paulo

27 de maio de 2010 | 00h00

A joalheria Tiffany sofreu prejuízo de R$ 1,5 milhão com as joias roubadas no último dia 16 da loja do Shopping Cidade Jardim, na zona sul de São Paulo. O valor de custo das 72 peças levadas pelos oito assaltantes foi repassado nesta semana à Polícia Civil.

Ontem, policiais do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) prenderam mais um envolvido no assalto. Até agora, foram presos quatro acusados. Porém, nada foi recuperado com eles.

O quarto assaltante foi preso na manhã de ontem, em Santos, na Baixada Santista, por policiais da Divisão de Investigações sobre Furtos e Roubos de Veículos e Cargas (Divecar). Segundo policiais, o ladrão é o que aparece no elevador, de gravata, nas imagens do roubo cedidas pelo Shopping Cidade Jardim. "Ele confessou o crime e deu o nome de quem ficou com as joias", contou um investigador, sem fornecer detalhes.

Além dele, investigadores do 42.º DP (Parque São Lucas) tinham prendido em São Matheus, na zona leste, no dia 18, Jefferson Luiz de Lima Tomé, de 31 anos. Na casa dele, policiais apreenderam uma submetralhadora Beretta, 9mm, utilizada no roubo. Tomé também aparece nas imagens divulgadas pelo shopping. Ele usava uma meia na cabeça e estava ao lado de um carro no estacionamento.

Na última sexta-feira, policiais da Divecar prenderam, no Jardim Colonial, também na zona leste, F.G.A. e E.J.S. De acordo com o Deic, o primeiro suspeito admitiu ter emprestado o carro à quadrilha, mas alegou não ter conhecimento de que o veículo seria usado em roubo.

O segundo seria mais um entre os que usaram máscaras. Ele não foi reconhecido pelas vítimas. Ambos tiveram a prisão temporária de 10 dias decretada pela Justiça. A Polícia Civil ainda não descobriu quem era o assaltante que usava máscara de macaco. Os ladrões não eram profissionais. O bando levou as joias expostas nas vitrines, mas deixou para trás, nas gavetas, os estoques de todas as peças. /J.J.

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