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Testes com QR Code no Metrô e na CPTM são prorrogados até dezembro

Ação faz parte do plano de modernização dos sistemas de pagamento de tarifas para oferecer mais praticidade e segurança aos passageiros

Redação, O Estado de S.Paulo

19 de outubro de 2019 | 15h31

SÃO PAULO - Previsto inicialmente para ser encerrado nesta sexta-feira, 18, o projeto-piloto que avalia o funcionamento do sistema QR Code como meio de pagamento e emissão de bilhetes foi prorrogado por mais 45 dias em São Paulo, segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos. A instalação nas estações das  Companhias do Metropolitano de São Paulo (Metrô) e Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) está sendo feitas gradativamente.

Até o momento, já foram vendidos 281 mil bilhetes. De acordo com a Secretaria, desse total, 92,9% foram comprados em bilheterias, 5,5% em máquinas de autoatendimento e 1,6% no aplicativo VouD. Entre as empresas, 50,3% dos bilhetes foram vendidos nas estações do Metrô, 47,7% em estações da CPTM e o restante no app VouD e loja da Autopass. No Metrô, a estação com maior número de vendas foi a Paraíso, da Linha 1-Azul, com 47 mil bilhetes; na CPTM, a Dom Bosco, da Linha 11-Coral, com 43 mil.

Na CPTM, há leitores de QR Code nas catracas das estações Autódromo (Linha 9-Esmeralda), Tamanduateí (Linha 10-Turquesa), Dom Bosco (Linha 11-Coral) e Aeroporto-Guarulhos (Linha 13-Jade). Já no Metrô, elas estão disponíveis nas estações São Judas (Linha 1-Azul), Paraíso (linha 1-Azul e 2-Verde) e Pedro II (Linha 3-Vermelha). A Linha 5-Lilás possui o sistema nas estações Capão Redondo, Giovanni Gronchi e Largo Treze (Linha 5-Lilás).

A partir da segunda-feira, 21, o horário de funcionamento será estendido para toda a operação, incluindo a Linha 5-Lilás, que passou a integrar o projeto há duas semanas em três estações. A ação faz parte do plano de modernização dos sistemas de pagamento de tarifas para oferecer mais praticidade e segurança aos passageiros. 

 

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