Testemunhas são ouvidas sobre crime da Dona Dêola

Audiência deve decidir se segurança irá a júri popular para ser julgado por assassinado de empresário

Ricardo Valota, do estadão.com.br,

13 de maio de 2010 | 01h46

O juiz Paulo César Batista dos Santos, do 1º Tribunal do Júri de São Paulo, colheu, na quarta-feira, 12, no Fórum Criminal da Barra Funda, zona oeste de São Paulo, o depoimento de testemunhas no processo em que o segurança Eduardo Soares Pompeu, de 48 anos, é apontado pela polícia como o assassino do empresário Dácio Múcio de Souza Júnior, de 29 anos. Será definido ainda se o segurança vai a júri popular.

 

De acordo com o inquérito policial, Pompeu confessou o crime e responde por homicídio duplamente qualificado - por motivo fútil e sem possibilidade de defesa da vítima. O crime ocorreu no início da manhã de 27 de dezembro de 2009 na padaria Dona Deôla, no bairro de Higienópolis, região centro-oeste da capital.

 

Dácio era o herdeiro do grupo de filtros de água Europa e foi esfaqueado no abdome durante uma discussão. Mesmo levado para o Hospital Samaritano, vizinho à padaria, não resistiu aos ferimentos.

 

Nas quase dez horas gastas na primeira audiência, foram ouvidas quatro testemunhas de acusação, duas de defesa e quatro testemunhas comuns a ambas as partes. O depoimento das duas testemunhas de defesa restantes e o interrogatório de Eduardo Pompeu deverão ser realizados em uma nova audiência, cuja data ainda não foi marcada.

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