Testemunhas de assassinato de casal em Americana são ouvidas

Polícia começou a colher depoimentos de pessoas que ainda não falaram; Marzagão foi à cidade acompanhar

da Redação, estadao.com.br

16 Janeiro 2009 | 15h54

A Polícia Civil de Americana, no interior de São Paulo, começou nesta sexta-feira, 16, a ouvir novas testemunhas do assassinato de um casal, morto com 16 tiros, e suas duas filhas, entre a noite de quarta e a madrugada de quinta. O crime chocou a cidade. O secretario de Segurança Pública do Estado, Ronaldo Marzagão, viajou para o município para acompanhar as investigações.   A Polícia Civil do município conta com o apoio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da capital paulista. Além de Marzagão, o delegado geral da Polícia Civil de São Paulo, Maurício Freire, também foi para Americana acompanhar o desenrolar do caso.   O empresário Robson Douglas Tempesta, de 39 anos, e sua mulher Ana Paula Duca Tempesta, de 31, foram assassinados a tiros no escritório em que trabalhavam, no bairro Jardim Santana. As duas filhas do casal, de 2 e 8 anos, foram encontradas mortas, com sinais de estrangulamento, no dia seguinte, às margens da Rodovia Hélio Stefin (SP-75), conhecida como Rodovia do Açúcar, na altura da cidade vizinha de Elias Fausto.   De acordo com o delegado seccional de Americana, João José Dutra, a hipótese mais provável é de que o crime tenha sido motivado por vingança ou cobrança de dívidas. "O rapaz tinha negócios mal resolvidos e isso fez com que ele tivesse desafetos na cidade", disse ele na quinta.   (Com Tatiana Fávaro, de O Estado de S.Paulo, e Solange Spigliatti, do estadao.com.br)

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.