Testemunha recua e nega envolvimento sexual com padre Júlio

Envolvido em denúncias se contradiz em depoimento sobre o caso que investiga denúncia de extorsão

29 de novembro de 2007 | 09h10

Marcos José de Lima, envolvido nas denúncias de extorsão contra o padre Júlio Lancellotti, recuou e negou ter tido relações sexuais com o padre. Em depoimento na quarta-feira, 28, Lima entrou em contradições, já que ele havia declaro o envolvimento com o padre. A polícia ainda vê com reservas a informação de que Lima recebeu por 32 meses do padre entre R$ 550 e R$ 1,5 mil diariamente para se tratar da dependência.   Caso padre Júlio   Todas as notícias sobre o caso   No dia 12 de novembro, padre Júlio depôs no processo em que acusa o ex-interno da Febem Anderson Batista de extorsão. Lancellotti contou ao juiz Caio Farto Salles detalhes de ameaças de morte e de um assalto que sofreu na rua - além de outros dois à sua casa, já divulgados -, que teria sido realizado pelo grupo comandado por Batista. Estão presos por extorsão Batista, sua mulher, Conceição Eletério, e os irmãos Evandro e Everson Guimarães. O religioso disse que chegou a ser agredido e arrastado pela rua num assalto em julho de 2006. Em novembro, a casa de Lancellotti, onde também moram sua mãe e uma sobrinha, foi invadida duas vezes. O padre contou ainda que Conceição utilizava seu filho de 8 anos para pegar dinheiro com ele dentro da Paróquia São Miguel Arcanjo, na zona leste.

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