Testemunha não é convocada e pode prejudicar júri de Farah

Crime aconteceu em janeiro de 2003; Farah Jorge Farah aguardou julgamento em liberdade por decisão do STF

Laura Diniz, O Estado de S. Paulo

15 de abril de 2008 | 10h55

Depois de a defesa do ex-cirurgião plástico Farah Jorge Farah ter tentado duas vezes, nesta terça-feira, cancelar o tribunal do juri – o médico deveria ser julgado por matar e esquartejar a dona de casa e sua ex-namorada Maria do Carmo Alves, de 46 anos, um erro do Cartório do Fórum de Santana pode suspender pela terceira vez o julgamento do réu.   Uma testemunha de defesa não foi convocada para o julgamento. Um oficial de justiça foi convocado e partiu rumo à cidade de Santo André, no ABC, com o intuito de encontrar a testemunha e levá-la ao fórum. O júri pode não ser levado adiante para não comprometer o resultado do julgamento. Por volta das 10 horas desta terça, o ex-médico chegou ao Fórum de Santana, na zona norte da capital. Logo na entrada do prédio, ele tropeçou e caiu, entre jornalistas.   O crime aconteceu na clínica do médico, em Santana, na zona norte, em 24 de janeiro de 2003. Farah ficou preso por 2 anos e 4 meses na carceragem do 13º DP (Casa Verde), destinada a detentos com diploma de curso superior. Em 30 de maio de 2007, ele saiu em liberdade graças a um habeas-corpus do STF.

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