Terceiro suspeito de ataque a carro-forte é morto pela PM em Rio Preto

Terceiro suspeito de ataque a carro-forte é morto pela PM em Rio Preto

Pânico se espalhou pela cidade, depois que foram registrados roubos e arrastões em outras áreas

José Maria Tomazela, O Estado de S.Paulo

23 Dezembro 2016 | 20h02

SOROCABA – O terceiro suspeito de integrar a quadrilha que tentou assaltar um carro-forte no interior do hipermercado Walmart, na quinta-feira, 22, em São José do Rio Preto, foi morto por policiais militares. Identificado como Emerson Santana da Costa, o homem foi baleado no bairro Setsul, por volta das 23 horas, após resistir à abordagem da polícia.

Durante a tentativa de assalto, já tinham sido mortos em troca de tiros com os policiais Pedro Santos Rocha e Luís Tiago Eloy. Outros dois suspeitos, Robson Godoy e Egberto Cardoso Santos, foram presos.

De acordo com a Companhia de Ações Especiais da PM, Emerson era morador de Rio Preto e teria dado suporte à quadrilha que atacou o carro-forte. Em sua casa, foram apreendidos um fuzil calibre 556, de uso exclusivo das forças policiais, o revólver usado para atirar na polícia e um colete à prova de bala. A polícia acredita que três integrantes da quadrilha ainda estão foragidos. As buscas continuavam nesta sexta-feira, 23.

O ataque ao carro forte que abastecia caixas do Walmart causou pânico entre os clientes do hipermercado e do shopping vizinho. Durante a abordagem, um segurança atirou contra os bandidos e houve revide. Com a chegada da polícia, ao menos dez clientes e funcionários foram tomados como reféns.

O pânico se espalhou pela cidade, depois que foram registrados roubos e arrastões em outras áreas. O comércio na região central chegou a fechar as portas. Nesta sexta, o hipermercado e o shopping estão funcionando e a situação é normal na cidade.

A Polícia Civil suspeita que parte da mesma quadrilha já havia participado do ataque a uma agência do Banco do Brasil, durante a madrugada de quinta-feira, em Palestina, cidade da região.

Na ação, houve confronto com a polícia e os criminosos invadiram uma festa de casamento, tomando convidados como reféns. As pessoas foram usadas como escudos humanos durante o assalto ao banco com explosivos. Ninguém foi preso.

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