Tentativas de seqüestros deixam dois mortos em São Paulo

Dois seqüestradores morreram em confronto com a PM e dois estão foragidos; as duas vítimas estão bem

Elvis Pereira, estadao.com.br

30 de julho de 2008 | 20h59

Duas tentativas de seqüestro relâmpago terminaram com a morte de dois criminosos nesta quarta-feira, 30, na capital paulista. Por volta das 2 horas, policiais militares souberam que uma pessoa era mantida refém em um Siena cinza. Pouco depois, eles se depararam com o carro no cruzamento das Ruas Salvo Veloso e Agostinho Angola, no Jardim Sydney, zona norte. Iniciou-se uma perseguição.  Na altura do número 9.200 da Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, o motorista do Siena invadiu a calçada e bateu contra um alambrado. Em seguida, ele teria descido e atirado contra os PMs, que dispararam e acertaram quatro tiros. Levado ao Pronto-Socorro de Taipas, o suspeito, que não portava documentos, não resistiu aos ferimentos e morreu. O dono do carro, um bancário de 42 anos, era mantido no porta-malas e foi libertado ileso. Houve a apreensão de um revólver calibre 38 com numeração raspada. Em Campo Limpo, na zona sul, a vítima foi uma arquiteta de 31 anos. Três suspeitos a abordaram, às 8h40, na Rua Maniçoba. Dois deles entraram no carro dela, um Sandero preto, e exigiram o cartão do banco e a senha, entregues ao terceiro homem que estava fora do veículo. Um dos criminosos assumiu a direção e saiu com o automóvel. Cerca de 20 minutos depois, policiais em motocicletas passaram a seguir o veículo.  Durante a fuga, os criminosos colidiram contra alguns veículos. O último foi um furgão na Rua Manuel de Oliveira Falcão, no Jardim São Luís. A dupla abandonou o carro e tentou fugir a pé. Robson Moisés de Araújo, de 19 anos, teria sacado um revólver 38 e disparado contra os policiais. No tiroteio, o jovem foi atingido no tórax. Ele morreu no Pronto-Socorro do Campo Limpo. Os outros dois estão foragidos. A vítima nada sofreu.

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