'Tenho certeza de que ele mandou matar minha filha', diz pai de Eliza

FOZ DO IGUAÇU

Fabiula Wurmeister, Especial Para o Estado, O Estado de S.Paulo

29 de junho de 2010 | 00h00

O arquiteto Luiz Carlos Samudio, de 43 anos, pai de Eliza, afirmou ontem ter certeza de que o goleiro Bruno Fernandes mandou matar a jovem. Bastante abalado, ele deixou a capital mineira ontem, por volta das 15h30, rumo a Curitiba.

Com a mulher, Silvia, e o neto de 4 meses, filho de Eliza, Samudio embarcaria à 0h10 de hoje para Foz do Iguaçu (PR), onde mora com a família. "Sei que a polícia está a tarde toda no sítio do Bruno. Ouvi rumores de que teriam encontrado um corpo lá, numa cisterna. Ninguém me confirmou nada ainda. Mas tenho certeza de que ele mandou matar minha filha", declarou, enquanto aguardava o voo.

Sobre os problemas de Eliza para que o goleiro reconhecesse a paternidade do filho, Samudio garantiu que vinha acompanhando tudo desde a gravidez. O arquiteto ainda não conhecia o neto e teve o primeiro contato com o menino no domingo, após receber autorização temporária para tirá-lo da Associação Beneficente Efatá, na cidade de Contagem (MG), onde estava desde sábado, após ser achado numa casa na cidade. "Ele está bem. Amanhã, vamos levá-lo ao médico para fazer os exames necessários." /

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