Sérgio Neves/AE
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Tempo seco deixa São Paulo em alerta pelo 3.º dia

Umidade relativa do ar chegou a 16% nesta terça; recorde histórico foi registrado em 14 de agosto de 2009, com 10%, índice comparável ao clima desértico

Priscila Trindade, estadão.com.br

24 de agosto de 2010 | 19h38

SÃO PAULO - A umidade relativa do ar chegou a 16% na cidade de São Paulo, na tarde desta terça-feira, 24, segundo informou o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), da Prefeitura. A medição foi feita no Mirante de Santana, na Zona Norte.

 

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Hoje foi a terceira vez que a capital entrou em estado de alerta devido a baixa umidade do ar. O alerta foi decretado pela Defesa Civil com a umidade a 19%. O ideal para a saúde é que o índice fique acima de 60%.

 

A cidade também entrou em alerta na última sexta-feira, 20, e na segunda, 23. Historicamente, a menor marca na capital paulista foi registrada no 14 de agosto de 2009, com 10%, índice comparável ao clima desértico.

 

Previsão. De acordo com o CGE, nos próximos dias as temperaturas continuarão altas durante as tardes. A umidade relativa irá permanecer baixa em função do bloqueio atmosférico, que impede a formação de nuvens e o avanço das frentes frias em direção aos estados do Sudeste.

 

A recomendação da Defesa Civil é que a população evite atividades ao ar livre e exposição ao sol entre as 10h e 17h e não pratique exercícios entre as 11h e 15h. É aconselhável a ingestão de bastante líquido para não ter problemas de desidratação.

 

A Defesa Civil alerta ainda às pessoas para que não coloquem fogo em terrenos baldios e vegetação seca.

 

Brasília. No DF, a umidade relativa do ar caiu e alcançou 7% por volta de 15 horas, desta terça-feira, 24, na região do aeroporto internacional Juscelino Kubitschek.

 

Este valor caracteriza o "Estado de Emergência", segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Esta é a terceira vez neste ano que a capital federal atinge um patamar tão baixo de umidade.

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