Técnico preso por pedofilia confessa relações com menores

Marcelo Adriano Barbosa foi indiciado em 4 inquéritos por pornografia infantil e atentado violento ao pudor

Fabiana Marchezi, estadao.com.br

16 de setembro de 2008 | 17h50

Policiais da Delegacia de Repressão a Fraudes do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) interrogaram, na tarde desta terça-feira, 16, Marcelo Adriano Barbosa, de 42 anos. No fim do interrogatório, ele foi indiciado em quatro inquéritos por atentado violento ao pudor e pornografia infantil. De acordo com o delegado responsável pelos inquéritos Giovani Sesti Moschini, Barbosa admitiu os crimes.   Veja também: Polícia identifica vítimas de crimes sexuais de engenheiro Dados da CPI serão usados contra pedofilia em 64 países   O delegado confirmou que Barbosa, ao ser qualificado criminalmente, declarou ser técnico em informática. Para três vítimas e parentes delas, ele afirmava ser pediatra. Porém para a ex-namorada, madrinha da criança violentada pelo acusado, afirmava ser engenheiro eletrônico.   Moschini disse que ainda aguarda os laudos sobre o conteúdo dos arquivos dos computadores de Barbosa. O acusado confirmou que enviava imagens das vítimas pela internet. Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, a pena pelo crime por pornografia infantil é de dois a seis anos de prisão, além do pagamento de multa.   Ampliada às 20h43 para acréscimo de informações

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