Taxistas protestam por mais segurança após morte de colega

Wanderley Nunes foi baleado e morto em tentativa de assalto enquanto trabalhava na madrugada de domingo, na Vila Brasilândia

O Estado de S. Paulo

23 Março 2015 | 21h21

Atualizada às 23h04

Um grupo de 200 taxistas fez um protesto na noite desta segunda-feira, 23, para pedir mais segurança no trabalho. No domingo, o taxista Wanderley Nunes, de 52 anos, foi baleado e morto em uma tentativa de assalto na Brasilândia, zona norte da capital paulista.

Os manifestantes pararam os táxis na frente do Masp, na Avenida Paulista, e bloquearam duas faixas da via no sentido Rua da Consolação às 19h40. O ato, acompanhado pela Polícia Militar, foi encerrado às 21h15 pacificamente. Cerca de 50 taxistas já haviam feito uma manifestação no domingo por causa da morte do colega.

Assalto. Na madrugada de domingo, dois passageiros entraram no táxi de Nunes na Avenida Paulista com o intuito de voltarem para casa. No caminho, na Vila Brasilândia, na zona norte, dois homens em uma moto se aproximaram e anunciaram um assalto. Um deles estava armado.

Segundo informações do boletim de ocorrência, antes que as vítimas entregassem os pertences, um dos assaltantes atirou na cabeça do taxista. O carro, que estava engatado, perdeu a direção e bateu em um poste.

O motorista foi encaminhado ao Conjunto Hospital do Mandaqui, mas não resistiu aos ferimentos. Os passageiros, uma mulher de 22 anos e um homem de 28, tiveram ferimentos leves por causa da batida. Até a noite desta segunda, ninguém havia sido preso.

O motorista foi encaminhado ao hospital mas não resistiu aos ferimentos. Os passageiros, uma mulher de 22 anos e um homem de 28, ficaram feridos sem gravidade.

Mais conteúdo sobre:
táxi taxista protesto

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.