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Taxista morre após tiroteio entre PM e travestis

Secretaria da Segurança Pública investiga se disparo que atingiu motorista, de 22 anos, partiu de policiais ou das travestis, que teriam praticado um assalto

Bruno Ribeiro e Felipe Resk, O Estado de S. Paulo

08 de outubro de 2016 | 15h47

A Corregedoria da Polícia Militar e a Polícia Civil apuram o assassinato de um taxista durante uma troca de tiros entre um policial militar e duas travestis, ocorrido por volta das 23 horas desta sexta-feira, na Avenida Lineu de Paula Machado, no Morumbi, zona sul de São Paulo.

Segundo a Polícia Civil, o tiroteio ocorreu após o PM ser assaltado pelos travestis. Ele declarou que havia parado seu carro na avenida, conhecido ponto de prostituição de travestis, para falar ao celular, quando foi abordado pelas assaltantes. Portando uma faca, pressionada contra o pescoço do PM, elas teriam tomado sua arma da corporação, uma pistola calibre .40. Na sequência, fugiram.

Ainda seguindo a versão do PM, as assaltantes entraram no táxi guiado por Gustavo Prata de Olivera, de 22 anos, para fugir. Mas o PM, cuja identidade não foi revelada pela Secretaria Estadual da Segurança Pública, estava com outra arma, particular, e partiu para o confronto contra as travestis.

O boletim de ocorrência do caso informa que, preliminarmente, não foi possível identificar de qual arma partiu o disparo que atingiu o taxista. O registro informa ainda que, ao ver o jovem ferido, o PM teria tentado fazer massagem cardíaca para mantê-lo vivo, sem sucesso. As travestis fugiram.

 

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