Taxista ilegal é pego pela 2ª vez em Congonhas

O motorista José Barros Machado Filho foi detido pela segunda vez em menos de uma semana por atuar como taxista clandestino no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.

NATALY COSTA, O Estado de S.Paulo

09 de maio de 2012 | 03h05

A primeira foi na noite da última quinta-feira, quando foi flagrado pela polícia na Avenida 23 de Maio, quando levava uma passageira do aeroporto em um carro sem licença para fazer transporte pago. O veículo de Barros, um Ford Fusion preto, foi apreendido, mas ele pagou R$ 6,4 mil para ter o veículo de volta. Na tarde de segunda, aconteceu de novo. Depois de pagar a multa à Prefeitura, Barros voltou a Congonhas, mas foi flagrado pela polícia enquanto circulava na área de embarque.

Outras duas pessoas que trabalhavam com Barros também foram à delegacia prestar esclarecimentos. Todos foram liberados.

Depois de sair do desembarque, o passageiro é abordado por um "arrastador", que se aproxima e oferece o táxi. O preço da corrida é combinado antes, já que alguns carros nem têm taxímetro - os que têm são falsos.

A Secretaria Municipal dos Transportes afirma que em Congonhas "existe uma base operacional fixa do Departamento de Transportes Públicos". Já a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) diz que "a fiscalização é de responsabilidade da Prefeitura", mas colabora com campanhas.

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