Taxas para remarcação

TAM - PERDA DE VOO

O Estado de S.Paulo

10 Janeiro 2013 | 02h03

No dia 26/12, pela manhã, minha mãe, irmã e três amigas tinham um voo às 8h10 de Guarulhos para Goiânia. Elas fizeram o check-in via internet. Segundo o cartão de embarque, era necessário estar no aeroporto às 7h30. Elas chegaram ao local do embarque às 7h15 e se dirigiram à fila para a entrega das malas. Uma funcionária da TAM convidou os passageiros do voo, às 7h35, a se dirigirem ao balcão para adiantar o processo. Mas, após conferir os documentos, o funcionário informou que o embarque já tinha sido encerrado. Ao buscar informações no setor da Anac, o atendente as aconselhou a entrar com processo judicial. Elas retornaram ao balcão da TAM para remarcar a passagem. Mas, para isso, pagariam R$ 100 pela remarcação e mais R$ 100 por terem feito o check-in online!

LARISSA NERI / SÃO PAULO

A TAM informa que entrou em contato com a cliente para esclarecer que o atendimento tinha sido encerrado no momento da apresentação das passageiras no balcão de check-in. Quando o check-in é feito pela internet e não há bagagem a ser despachada, o cliente pode se apresentar no portão de embarque até 30 minutos antes do horário do voo. Caso tenha bagagem, é necessário comparecer 60 minutos antes. Para alterar o bilhete, há a cobrança de taxa e, conforme as regras disponíveis no site, caso o cliente tenha feito o check-in na internet para voo nacional e não tenha embarcado, é cobrada taxa de R$ 100.

A leitora explica: Elas chegaram na fila com uma hora de antecedência, mas só foram atendidas 40 minutos antes do voo. Portanto, não podem ser consideradas culpadas, pois seguiram todos os procedimentos descritos no site.

AES ELETROPAULO - 1

Mais de 40 horas sem luz

Moro na região de Cotia/Itapevi e, no dia 19/12, às 19 horas, fiquei sem energia elétrica. Foram mais de 40 horas sem luz! A AES Eletropaulo mostra um descaso total com a região e seus moradores. Numa das inúmeras ligações que fiz para a distribuidora, ouvi do atendente que a energia voltaria "a qualquer momento". Em outras, recebi previsões inúteis, que nunca se confirmaram. Ninguém explica o motivo do problema e todas as vezes que ligamos ouvimos a mesma ladainha. Ficamos sem luz, telefone e água, já que todos esses serviços, na minha região, dependem de energia elétrica.

MÁRCIA LOPES LEITE / COTIA

A AES Eletropaulo informa que a interrupção foi causada pela queda de oito postes na região, após serviços de terraplanagem. O problema foi resolvido no dia 21/12.

A leitora reclama: O problema foi resolvido no dia 21/12, por volta das 21 horas, ou seja, foram, ao todo, 50 horas sem luz. Entendo que imprevistos aconteçam, mas o maior problema da Eletropaulo é não dar informação aos consumidores. Em nenhum momento, nessas 50 horas, soubemos o que estava acontecendo. A relação com o consumidor seria muito melhor se a distribuidora conseguisse passar informações mais esclarecedoras e não as habituais "vamos enviar uma equipe" ou "o problema será resolvido a qualquer momento".

AES ELETROPAULO - 2

Natal às escuras

Não entendo como uma empresa que não sabe o significado de gestão empresarial pode ser a única distribuidora de energia elétrica da maior cidade da América Latina. No dia 25 de dezembro, às 19h11, ficamos sem energia. Os alimentos que estavam no forno elétrico para a ceia de Natal e na geladeira foram perdidos! Uma empresa no mínimo séria avisaria que a região passava por dificuldades e tentaria resolver o problema o mais rápido possível. Mas o que aconteceu? Ficamos sem energia durante 13 horas e 26 minutos. Isso mesmo, não houve ceia de Natal e os alimentos estragaram por causa desta má prestação de serviço! Quem paga nosso prejuízo? E a ceia que não tivemos?

TIAGO MAYER / SÃO PAULO

A AES Eletropaulo lamenta o ocorrido e informa que os motivos da interrupção foram a queda de galhos de árvore e objetos que foram arremessados contra a rede elétrica, por causa dos fortes ventos e raios do dia 24. Com isso, a fiação foi danificada em alguns pontos, o que exigiu reparos em diferentes trechos do sistema e a substituição de equipamentos. Esclarece que a Agência

Nacional de Energia Elétrica (Aneel) determina ressarcimento aos clientes em caso de queima de aparelhos causados por

falhas no sistema de energia.

O leitor reclama: Gostaria de ser ressarcido, mas a Eletropaulo nem sequer reviu a conta para dar algum tipo de compensação.

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