Tarifas de pedágio nas rodovias de SP já estão mais caras

Reajuste está valendo desde a 0h desta quinta-feira; valor mais alto é cobrado na Imigrantes, sob a concessão da Ecovias

Daniel Gonzales, do estadão.com.br

01 de julho de 2010 | 10h51

SÃO PAULO - Já estão mais caras as tarifas de pedágio cobradas nas rodovias sob concessão no Estado de São Paulo, malha que soma 5.306 km. Os novos valores valem desde a 0h desta quinta-feira.

 

tabela Veja a tabela com as novas tarifas cobradas

 

O pedágio mais caro cobrado no Estado continua sendo o do Sistema Anchieta-Imigrantes, sob concessão da Ecovias: de R$ 17,80 a tarifa subiu para R$ 18,50, nas praças de Riacho Grande e Piratininga. Já nas praças do Rodoanel Oeste a tarifa foi de R$ 1,30 para R$ 1,35.

 

Dois reajustes foram aplicados, de acordo com a Artesp (Agência Reguladora de Transportes de SP): para as concessões efetivadas entre 1998 e 2000, com base no IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), o reajuste foi de 4,178085%. A malha dessa etapa totaliza 3.565 km de rodovias.

 

Nas rodovias cujas concessões foram assinadas entre 2008 e 2009, o índice adotado em contrato é o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Por ele, o reajuste foi de 5,218403%. Essa malha totaliza 1.741 km de rodovias.

 

Os contratos preveem que valores sejam arredondados para mais ou para menos. Caso a nova tarifa calculada termine entre R$ 0,01 a R$ 0,05, ela é arredondada para baixo. Entre R$ 0,06 e R$ 0,09, ela vai para cima.

 

De acordo com a Artesp, o pedágio é o principal meio de modernização e ampliação das rodovias - R$ 12 bilhões já teriam sido destinados, desde 1998, para essas áreas. Prefeituras de cidades cortadas pelas estradas também recebem recursos, de acordo com a agência - R$ 1,4 bilhão desde 2000.

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