Tag bloqueado e transtorno

SEM PARAR/VIA FÁCIL

O Estado de S.Paulo

23 Agosto 2012 | 03h02

Em 9/7 o Sem Parar/Via Fácil me causou enorme transtorno. Na volta do Guarujá para São Paulo, ao passar no pedágio da Rodovia Cônego Domênico Rangoni, a cancela não abriu. Parei o carro e, para minha surpresa, o sistema não encontrou meu cadastro. Possuo o serviço há quase dois anos, nunca atrasei o pagamento e não achei justa a situação. Cheguei a acessar minha conta do serviço pelo tablet para mostrar que meu carro existia no sistema, mas não adiantou. Liguei no Sem Parar/Via Fácil e disseram que a conta estava bloqueada, mas não souberam informar o motivo. Se usei o Sem Parar na ida, o tag foi bloqueado no meio do feriado, sem aviso? Ao pedir o cancelamento do serviço, a operadora afirmou que meu cadastro estava ativo! Além de ter de pagar o pedágio, fiquei quase uma hora tentando resolver o problema, parado no meio da rodovia.FELIPE COELHO / SÃO PAULO

O Sem Parar/Via Fácil diz que o tag não estava bloqueado; o problema é que o aparelho não estava devidamente fixado no vidro. Esclarece que a correta fixação do tag no para-brisa evita a interferência de meios físicos no desempenho do dispositivo, além de permitir às concessionárias a correta identificação dos veículos no pedágio.

O leitor discorda: Cancelei o serviço. Para eles é fácil dizer, agora, que não houve bloqueio. Se eles gravam as ligações, é só ouvi-las para comprovar que duas atendentes disseram que meu aparelho estava bloqueado. Espero que o governo promova a concorrência nesse setor. Assim, serei o primeiro a adquirir o serviço concorrente e obrigá-los a tratar melhor o cliente.

SPTRANS

Ônibus ignorou deficiente

Sou portador de deficiência e, no dia 1.º/8, por volta das 6h30, estava no ponto de ônibus da Avenida Luis Dumont Villares, 650. Dei sinal para o motorista do veículo (empresa Sambaíba, sentido Jova Rural), mas ele não parou. Somente após 40 minutos consegui pegar outro ônibus, pois os que passaram não tinham rampa. Registrei a reclamação na Prefeitura, mas não obtive retorno. Infelizmente, não há nenhum tipo de fiscalização por parte da SPTrans.

SILVIO SILVA / SÃO PAULO

A SPTrans informa que notificou a empresa, que identificou e advertiu o funcionário responsável pelo desrespeito. Ressalta que, em caso de reincidência, adotará medidas mais severas.

O leitor reclama: A resposta da SPTrans é sempre a mesma; no entanto, nada é feito. Gostaria de registrar que a empresa Sambaíba trata o usuário de forma desrespeitosa e grosseira.

ACLIMAÇÃO

Via em péssimas condições

Encaminho reclamação à Prefeitura de São Paulo sobre o péssimo estado do pavimento da Avenida Lacerda Franco, na Aclimação, em toda a sua extensão. Além desse aspecto, há uma enorme quantidade de remendos malfeitos e quase todos os poços de visita estão desnivelados. A rua está incluída em algum projeto de recapeamento da Prefeitura?

RICARDO RAYES / SÃO PAULO

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, por meio da Superintendência das Usinas de Asfalto, informa que a Av. Lacerda Franco se encontra na programação de recapeamento e já está no cronograma de serviços. As Subprefeituras Vila Mariana e Sé intensificarão os serviços de tapa-buracos na via, a fim de diminuir os possíveis problemas relatados.

O leitor comenta: Quando o serviço será feito? Torço para que, feito o reparo, a Sabesp e a Comgás não danifiquem a via logo em seguida.

PEDESTRE EM RISCO

Bar ocupa calçada

No n.º 898 da Avenida Luis Dumont Villares há um bar, cujos donos, nos fins de semana, colocam barras de ferro e demarcam a calçada com tinta amarela. Aos sábados é impossível passar pela calçada. Pedestres têm de caminhar pelo menos 200 metros na rua, que é movimentada e perigosa.

JUNIOR VAISBERG / SÃO PAULO

A Subprefeitura Vila Maria/Vila Guilherme diz que o estabelecimento tem licença para colocar mesas e cadeiras na calçada. Mas é necessário o respeito de espaço ao pedestre e, por isso, manterá o local sob vigilância e aplicará as sanções cabíveis, caso haja desvirtuamento das licenças concedidas.

O leitor analisa: A Prefeitura dá licença para um comércio usar a calçada e tira a liberdade do pedestre de ir e vir.

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