Suspeito de ajudar estagiária em assassinato nega crime

Estagiária de indústria de Cubatão teria cometido os crimes porque pretendia ser contratada pela empresa

REJANE LIMA, Agencia Estado

13 de setembro de 2007 | 20h00

A defesa do cobrador de lotação Ewerton Moura Andrade, de 21 anos, nega que ele tenha participado do assassinato de Mônica Tamer Cruz de Almeida, de 42 anos, e pela tentativa de homicídio contra outras duas mulheres. Ele está sendo julgado no Fórum de Santos por supostamente ter ajudado a ex-estagiária Carolina de Paula Farias, de 24 anos, nos crimes, em 2005. No último dia 29, Carolina foi condenada a 30 anos e 4 meses de reclusão. O julgamento já dura mais de nove horas e a previsão é de que a sentença seja proferida ainda nesta quinta-feira, 13."Nós queremos que ele pague pela tentativa de seqüestro de Maria Aparecida de Campos e estamos provando que ele não tem nada a ver com os outros crimes", disse o advogado Marco Antonio Botelho. Além de Andrade, outros três homens estão sendo acusados de participação nos crimes. Edson Siqueira do Santos, de 26 anos, seria julgado hoje, mas a sua defesa pediu o desmembramento do júri. Os outros acusados são Rodolfo Queiroz dos Santos, primo de Carolina, e Aislan Dionísio Nascimento. Carolina foi estagiária da indústria Petrocoque, em Cubatão, e teria cometido os crimes porque pretendia ser contratada pela empresa e ficar mais próxima do gerente e marido de uma das vítimas, com quem ela teve um relacionamento amoroso.

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