Surpresa no embarque

TAM - CPF E TAM FIDELIDADE NÃO VALEM?

O Estado de S.Paulo

28 de agosto de 2012 | 03h03

Recentemente, comprei uma passagem da TAM via internet para um familiar, usando o segundo nome dela e o sobrenome, como é conhecida na família. Durante a compra foram incluídos o seu CPF e o número TAM Fidelidade, além das informações do comprador. Mas, ao fazer o check-in, a atendente da companhia lhe disse que a reserva não valia, pois o sistema só considera o primeiro e último nome da pessoa. Para embarcar e manter seus compromissos, ela desenbolsou quase R$ 1.300 para uma viagem cuja passagem original custara um pouco mais que R$ 300. Tentei intervir por telefone, mas ficou claro que não era a intenção de ninguém da TAM usar de bom senso. A TAM está agindo de má-fé! Ao pedir o reembolso da passagem, consegui, depois de muita luta, a devolução de 50% do valor pago originalmente, em vez do cobrado na hora pela TAM.

F. M. / SÃO PAULO

A TAM, por meio do Fale com o Presidente, informa que entrou em contato por e-mail com o cliente a fim de esclarecer que, para viagens aéreas, o nome do passageiro deve aparecer na passagem da mesma forma como está no documento de identidade. Desta forma, a passagem deve ser emitida com o primeiro nome e o último sobrenome da pessoa que realizará a viagem. Por essa razão, foi necessária a aquisição de outra passagem para o embarque.

O leitor questiona: A TAM primeiro diz que é preciso constar o mesmo nome do documento da identidade. Depois, que tem de ser o primeiro e o último nome. Ou seja, a passagem tem de ser emitida não da forma como se apresenta no documento de identidade, mas segundo a escolha da TAM.

HOSPITAL DO SERVIDOR

Atendimento precário

Estive no Hospital do Servidor Público Municipal (HSPM) e fiquei assustada com o que vi. Não há acomodação para acompanhantes de pacientes. A mulher do meu tio, uma senhora de 80 anos, passou a noite numa poltrona, com as pernas estendidas na escada que dá acesso ao leito, sem direito a banheiro, que fica no corredor. Não há mais apartamentos, somente enfermarias e, pasmem, há uma grande lixeira no quarto onde se joga de tudo. Enfim, a situação é precária, com mofo nas paredes e elevadores em más condições.

VICTORIA CARMAGNANI

/ SÃO PAULO

A Secretaria Municipal da Saúde informa que, desde 2010, o HSPM vem passando por processo de revitalização, principalmente no que se refere à adequação da área destinada à internação de pacientes. Ressalta que as poltronas são acomodações apropriadas para enfermarias e, quanto aos elevadores, foi aberto processo para contratação de serviços de modernização de equipamentos. Diz, ainda, que mantém contrato com a empresa que realiza procedimentos de higienização hospitalar.

A leitora lamenta: Espero, um dia, que nosso serviço de saúde melhore!

NET COMBO

Cobrança em duplicidade

Tenho um Combo da NET (TV, telefone e internet), cujo pagamento é feito por meio de débito automático em conta corrente. Nos últimos meses, a NET tem enviado, separadamente, uma fatura do telefone e outra do combo, cobrando nas duas o telefone. Ao perceber o erro, cancelei o débito automático e solicitei outra fatura. Pois bem, no mês seguinte, o problema se repetiu. Desta vez, porém, a fatura corrigida não foi enviada. Para piorar, recebi um comunicado dizendo que havia um pagamento em aberto. No mês seguinte, o problema ocorreu de novo e a fatura ainda cobrava taxas por atraso no pagamento!

WILSON CARLOS DE JESUS

/ MOGI DAS CRUZES

A NET informa que o caso está sendo solucionado.

O leitor reclama: Agora tenho de arcar com as multas por atraso de pagamento, como se a culpa fosse minha. Não aguento mais brigar com a NET.

TELEFÔNICA/VIVO

'Buzinaço' no Brooklin

Li a reclamação do barulho de buzinas que ocorre diariamente na Rua Michigan, feita pelo leitor sr. Flávio Moreira (São Paulo Reclama, ed. de 24/8, pág. C2). Corroboro a informação e pergunto: será que a Telefônica/Vivo não tem uma forma menos agressiva aos ouvidos alheios para se comunicar internamente? Por exemplo, usando telefone? Espero que a empresa tome uma medida pertinente para acabar com o problema o mais rápido possível. Caso contrário, teremos de ir ao limite da lei para garantir nossa tranquilidade.

RODRIGO REIF / SÃO PAULO

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