Subida da serra teve chuva e neblina

Motoristas reduziram a velocidade e lentidão chegou a 13 km na Imigrantes; carro pegou fogo e interditou pistas na Padre Manuel da Nóbrega

O Estado de S.Paulo

26 Dezembro 2011 | 03h03

Quem resolveu voltar do litoral para a capital paulista na tarde de ontem enfrentou chuva, neblina e trânsito parado no Sistema Anchieta-Imigrantes. As más condições do tempo prejudicaram a visibilidade e forçaram a redução de velocidade dos veículos. A pior situação foi na Rodovia dos Imigrantes, que chegou a registrar 13 km de congestionamento durante a tarde.

Segundo a Ecovias, empresa que administra o sistema, o tráfego se intensificou por volta das 15 horas. À noite, o fluxo era intenso tanto no sentido litoral quanto no da capital, com 4,6 mil carros circulando nas duas estradas a cada hora. A previsão da concessionária é de que o movimento intenso se repita na manhã de hoje.

Um carro pegou fogo na altura do km 276 da Rodovia Padre Manuel da Nóbrega, em Cubatão. Duas pistas foram interditadas, segundo a Ecovias. Em outros pontos, as pistas molhadas e o excesso de veículos também causaram congestionamentos de até seis quilômetros.

Até as 21h30 de ontem, dos 233 mil veículos que desceram para o litoral desde a sexta-feira, 51 mil ainda não subiram para a capital, segundo as contas da Ecovias.

Interior. Apesar de as obras nas rodovias terem sido suspensas para as festas de Natal e ano-novo, alguns acidentes localizados prejudicaram o trânsito ontem. Na Rodovia Régis Bittencourt, que liga São Paulo à Região Sul do País, uma batida entre duas carretas e uma caminhonete na subida da Serra do Cafezal complicou o tráfego e causou lentidão mesmo depois de a pista ser liberada, entre os km 352 e 350, em direção a São Paulo.

Na Raposo Tavares, um atropelamento na altura do km 19,5, já na capital paulista, prejudicou o deslocamento desde o km 38, no sentido capital. O trânsito era lento do Rodoanel Mario Covas em diante.

Outra colisão entre carros, na Rodovia dos Bandeirantes, deixou o trânsito lento entre os km 10 e 18. Próximo de Jundiaí, a via tinha mais nove quilômetros de congestionamento, por excesso de veículos. A Anhanguera teve 15 quilômetros de tráfego lento, também por excesso de carros, em Perus e em Jundiaí.

Na Região Metropolitana, quem escolheu fazer o caminho pela Rodovia Ayrton Senna enfrentou pelo menos oito quilômetros com pistas paradas, entre o km 40 e o 32.

A cena era parecida na Rodovia Presidente Dutra, com dois quilômetros de congestionamento por excesso de veículos, entre os km 203 e 205. / FELIPE FRAZÃO

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