STJ nega pedido para libertar padrasto de Joaquim

Guilherme Longo segue preso enquanto a Polícia Civil finaliza inquérito sobre a morte do menino

Rene Moreira, Especial para o Estado

18 Dezembro 2013 | 11h21

FRANCA - O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido para libertar Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim Marques Ponte, de 3 anos, e principal suspeito pela sua morte. A decisão, proferida na terça-feira, 17, é assinada pelo ministro Marco Aurélio Bellize. Nesta semana a Justiça de Ribeirão Preto também havia negado pedido parecido da defesa. Mas o advogado Antônio Carlos de Oliveira, que defende Longo, diz aguardar ainda uma posição do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Longo e a mãe de Joaquim, Natália Mingoni Ponte, de 29 anos, foram presos em 10 de novembro após o corpo do garoto, que desaparecera cinco dias antes em Ribeirão Preto, ter sido encontrado em um córrego em Barretos. Natália deixou a cadeia no dia 11 de dezembro após 31 dias presa.

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